Eduardo Spohr na Bienal do Rio 2013

Fomos até a Bienal do Rio 2013. Rafael (um dos administradores do blog, e meu namorado) resolveu ver o Eduardo Spohr, já que se interessou por leitura após ler Filhos do Éden. Vou falar um pouco sobre a minha experiência relacionada ao bate-papo com Eduardo Spohr e afins.
Ficamos praticamente todo o tempo lá no pavilhão azul, principalmente porque iria acontecer o tal bate-papo no auditório Rachel de Queiroz. Sobre isso, eu desisti. Rafael ficou na fila desde 13:50 (acredite: nessa hora, já tinha muita gente) até as 15:30 para receber a senha. Nesse tempo, passei pelas editoras, fiquei em filas, comprei uns livros e voltei lá, quando vi que o Eduardo Spohr estava no stand da Submarino e logo depois iria dar autógrafos ali. Agora, uma pergunta: pra que ficar em uma fila enorme pro bate-papo e depois ter que enfrentar uma fila maior ainda pra receber um autógrafo, se ele já estava dando uma ENTREVISTA e autógrafos no local? Achei o cara super gente boa nas redes sociais: responde todos, interage com os fãs, posta informações... Até respondeu uma mensagem mais pessoal do Rafa por inbox (Rafael explicou que se interessou após ler Filhos do Éden, e que, até então, nunca tinha lido nada "de verdade"). Mas, dentro da bienal, as decisões tomadas pelas pessoas que estavam controlando o evento foram super duvidosas. Resolveram mudar o local da sessão de autógrafos para o pátio, atrás da praça de alimentação do pavilhão azul. Era essa a situação:


Enfrentamos essa fila que dava voltas e voltas para receber o bendito autógrafo. Eram 8 horas da noite, e nós demoramos 4 horas pra chegar ao Riocentro (local da Bienal), chegamos ao meio dia, voltamos logo após decidir sair dessa fila. Sim, não pegamos o autógrafo. A fila nunca andava. O Eduardo disse que parou de autografar livros às 23 horas. Nós estávamos no fim da fila, praticamente. Atrás de nós, menos de 15 pessoas. Era inviável para nós sairmos tão tarde de lá para voltar. Mais umas 3 horas na estrada, de volta pra casa. A conclusão foi que: Rafael não precisava ter ficado na fila do bate-papo, poderia ter assistido a entrevista no stand da Submarino tranquilamente, e depois pegar o autógrafo ali, que foi mil vezes mais rápido que os autógrafos do pátio, para onde fomos. Mas, infelizmente, quando Eduardo estava no stand da Submarino, Rafael já estava na fila (mofando) e eu, comprando uns livros por ali. Estava tudo muito cheio. O cansaço era enorme, mais os livros que compramos e 3 na mochila para o Eduardo autografar. Levamos tudo à toa. Ficamos uma hora na fila do autógrafo para andar 10 passos. É sério. 
Foi isso. No próximo post vou falar sobre a Bienal ao todo: os preços, as editoras... 
Beijos, 
Bruna